Celulares podem ser o proximo alvo dos Hackers, alertam especialistas

A chegada ao mercado de celulares cada vez mais poderosos e o aperfeiçoamento das conexões móveis à internet vem criando uma nova preocupação para os especialistas em segurança: que hackers voltem as suas atenções para os smartphones, criando enormes botnets de telefones, como informa um estudo feito por especialistas da Georgia Tech divulgado pelo Telegraph.co.uk.
As "botnets", redes de PCs infectados que executam ações sem o conhecimento do dono, são muito utilizadas para envio de spams e ataques de negação-de-serviço, quando servidores de um site são acessados por milhares de máquinas ao mesmo tempo, tirando-os do ar.
Para os pesquisadores da Georgia Tech, se os celulares forem absorvidos por botnets, novos tipos de esquemas ilícitos podem surgir, como a programação de ligações para linhas pagas, envio de mensagens para concursos por SMS ou compra de ringtones de empresas específicas.
- A questão é, será que eles podem fazer isso de forma eficiente; com lucro e sem muito risco? - pergunta o especialista Joe Stewart, diretor da empresa de SecureWorks ao Telegraph.co.uk - Porque se puderem, eles vão fazer.
Entre as características dos celulares que teriam apelo entre os hackers estão o fato deles estarem sempre ligados, serem capazes de receber e enviar dados e terem pouca segurança. Segundo o Telegraph.co.uk, programas antivírus gastariam muita bateria, o que dificulta sua implantação em aparelhos móveis.
A maior dificuldade para os hackers, por outro lado, será entender como funcionam as redes dos celulares, que são mais fechadas que a dos provedores de internet tradicionais. As operadoras de telefonia têm maior controle sobre suas redes e poderiam bloquear as linhas em caso de infecção com alguma facilidade.
As "botnets", redes de PCs infectados que executam ações sem o conhecimento do dono, são muito utilizadas para envio de spams e ataques de negação-de-serviço, quando servidores de um site são acessados por milhares de máquinas ao mesmo tempo, tirando-os do ar.
Para os pesquisadores da Georgia Tech, se os celulares forem absorvidos por botnets, novos tipos de esquemas ilícitos podem surgir, como a programação de ligações para linhas pagas, envio de mensagens para concursos por SMS ou compra de ringtones de empresas específicas.
- A questão é, será que eles podem fazer isso de forma eficiente; com lucro e sem muito risco? - pergunta o especialista Joe Stewart, diretor da empresa de SecureWorks ao Telegraph.co.uk - Porque se puderem, eles vão fazer.
Entre as características dos celulares que teriam apelo entre os hackers estão o fato deles estarem sempre ligados, serem capazes de receber e enviar dados e terem pouca segurança. Segundo o Telegraph.co.uk, programas antivírus gastariam muita bateria, o que dificulta sua implantação em aparelhos móveis.
A maior dificuldade para os hackers, por outro lado, será entender como funcionam as redes dos celulares, que são mais fechadas que a dos provedores de internet tradicionais. As operadoras de telefonia têm maior controle sobre suas redes e poderiam bloquear as linhas em caso de infecção com alguma facilidade.
Fonte: O Globo.


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